Autores: Clóvis Eduardo Malinverni da Silveira, Maurício Berger, Reginaldo Pereira
Escrito por: Clóvis Eduardo Malinverni da Silveira, Reginaldo Pereira, Adilson José Bressan, Alan Jorge Breier, Antônio Fagundes Filho, Daiane Borowicc, Delomar Soares Godoi, Elias Festa Paludo, Emanuela Rodrigues dos Santos, Fernanda Bordin, Fernanda Furlan Giotti, Geferson Luiz Madruga, Giulia Dal Berto Hoff, Grasieli Piccinin, Haiany Serraggio de Souza, Henrique Susin Scopel, Ionara Suane Faé, Jordana Isse, Julia Eduarda Girotto, Luíza Araujo Costa, Marcelo Markus Teixeira, Maria Eduarda Graff, Mauren Aurora da Silva Patel, Mônica Olivo, Mousas Stumpf, Natália Bossle Demori, Paula Camila Cattani, Rosangela Terezinha Wiginski Rebelato, Tacianne Notter, Valderes Everton Neselo, Vitória Muniz Oliveira
Revisão ortográfica: Carlos Giovani Castillo
Direção artística, diagramação, logo design, capa e edição: Érico Lang
366 páginas
ISBN: 978-65-83736-49-9 (físico - brochura) - Versão 1.0.1
ISBN: 978-65-83736-50-5 (digital - E-book - PDF) - Versão 1.0.1
DOI: https://doi.org/10.29327/5798775 - Esse endereço web.
Ano de publicação: 2026
Produção: DAC-UCS
Editora Biosfera
Sinopse:
A coleção “Cadernos de Estudos DAC” dedica-se à reflexão crítica sobre temáticas ambientais a partir de diferentes campos do saber. Além de fomentar a produção docente e, principalmente, discente, a proposta é apresentar capítulos sintéticos, porém densos e rigorosos, que sirvam como chave de interpretação de obras selecionadas para a temática de cada volume. Neste esforço são analisadas e problematizadas categorias centrais naquela matéria, compondo um arsenal de conceitos, categorias e argumentos, além de um guia de estudos e referencial bibliográfico. Alinhados a esse propósito, viemos propor, neste volume, a discussão de 23 obras que contêm lições fundamentais para o estudo da (in)justiça ambiental. A publicação é fruto da parceria do DAC com pesquisadores e pós-graduandos de variadas instituições de ensino superior, notadamente os pertencentes ao Grupo de Pesquisa Direito, Democracia e Participação Cidadã da Unochapecó. Conceito emergente não apenas da Universidade, mas também de movimentos sociais e políticos, a justiça ambiental é um termo polissêmico e interdisciplinar. Ao mesmo tempo em que demanda a (re)distribuição equitativa dos benefícios e riscos ambientais, entre os diferentes grupos sociais, a noção carrega um sentido de justiça intergeracional, característico do problema ambiental e ecológico, tendo em conta a ética e a epistemologia que lhe são subjacentes. A polissemia do termo justiça ambiental decorre não apenas da multiplicidade de acepções sobre “justiça” e “ambiente”, mas também das diferentes interpretações, abordagens e necessidades decorrentes de cada contexto cultural, social, econômico, político e acadêmico.